Olá pessoal, Cristianstorm na área para apresentar para vocês o episódio piloto de uma série que irá ao ar muito provavelmente toda semana, e o assunto? MINECRAFT! Eu ainda não tive o prazer de aproveitar esse game, porém irei jogar a versão que irá sair na XBOX LIVE ARCADE, pois jogos assim, onde a criatividade é essencial, devem ser mais aproveitados por nós gamers.
Quem irá acompanhar vocês leitores por esse mundo de imaginação e repleto de aventuras serão os novos integrantes do blog: William (SuricatoWill) e Guilherme (Guerapa), posteriormente farão uma apresentação mais digna para todos nós, aproveito para avisar que o nome da série ainda encontra-se em debate, um abraço à todos e espero que gostem!
Bom, irei postar para vocês as primeiras impressões do OPEN BETA do tão aguardado Battlefield 3, lembrando que no caso dos consoles, somente quem adquiriu o MOH poderá jogar antes de quinta-feira e o único mapa disponível até o momento é o imenso “Operation Metro.”
Gráficos
A primeira impressão que eu tive em relação aos gráficos não foi muito boa, provavelmente devido ao meu hype que estava muito alto. Mas a má impressão para por aí, conforme eu fui aceitando que eu não estava jogando em um PC da NASA, eu ia percebendo que a qualidade nos consoles estava acima do esperado. A primeira área no mapa é uma planície repleta de arvores e arbustos (e campers também!), nessa área podemos observar que a iluminação e os efeitos de luz e sombra estão incríveis, observamos com clareza também a incrível modelagem dos personagens.
A segunda área do mapa é no subsolo, onde existe uma estação de metro. Não sei se foi pelo fato de não estarmos em céu aberto e a iluminação não ser tão radical, mas a impressão que eu tive quando descemos foi que o gráfico estava muito superior, a modelagem do cenário e dos metros estava impecável e pichações podiam ser vistas nas paredes e nos corredores. Foi aí que eu percebi que a simplicidade no começo do mapa foi a causa pela minha primeira má impressão.
Enfim avançamos para a terceira área do mapa, quando saímos da estação subterrânea fui surpreendido por prédios e construções incríveis, perfeitamente modeladas e ricas em detalhes. Apesar de algumas falhas, em quesito gráfico a versão para o console da Sony superou as minhas expectativas.
Jogabilidade
Simplesmente o ponto forte do game, quando eu comecei a jogar e fui descobrindo os controles, fui me deparando com algo inovador. A jogabilidade está fluida, mas sem fugir da realidade, podemos agora nos deitar, além de andar agachado ou em pé. Aumentei um pouco a sensibilidade dos controles e eu estava com um FPS perfeito, e em minha opinião nenhum FPS produzido até então chegou próximo da jogabilidade fluida que Battlefield 3 nos oferece.
O gameplay da partida em si é muito satisfatório, pois você aprende com seus erros. Já no começo você percebe que sair de peito erguido achando que está jogando algum game da série Call of Duty, não vai te levar muito longe. Jogando eu percebi o quanto o game se aproxima da realidade, poucas munições são o suficiente para que você acabe com um inimigo à distância. Por isso você acaba jogando de um modo mais stealth, e passa a maior parte do tempo se arrastando ou em cobertura. Battlefield 3 me surpreendeu muito, e espero que continue assim até seu lançamento, nos vemos na Beta.
Você provavelmente já ouviu falar na série gears of war, e se você tem um Xbox 360 muito provavelmente você chegou a jogar algum game da trilogia. Se você se enquadra em algum desses casos você entenderá muito bem esse texto – review. Hoje irei falar sobre o multiplayer da série, que veio se tornando cada vez mais robusto em relação ao seu antecessor.
Horde
Esse modo teve inicio no segundo game da trilogia, onde os soldados COG enfrentavam ondas e mais ondas de inimigos que iam se tornando cada vez mais poderosos e numerosos. Porém o último jogo da trilogia reinventou o modo, nomeado carinhosamente de Horde 2.0 e trazendo novas funcionalidades que contribuem para a mecânica do game. A primeira coisa a se fazer no horde 2.0 do gears of war 3 é construir uma base, que encontram-se em locais pré-definidos do mapa. A partir desse momento fica a cargo da equipe tomar as decisões, pois cada kill e cada assistência são convertidas em pontos para que nos intervalos das hordas os soldados COG possam utilizá-los para proteção de sua base, além da compra de armas e munição.
Não vamos esquecer-nos da adição mais interessante para o modo horde, que foi a inclusão de chefes a cada 10 waves. Isso torna a experiência muito mais interessante, visto tamanha à imersão que o modo oferece.
Beast mode
Esse modo é totalmente novo na série, nele podemos experimentar várias classes do exército Locust, desde os tickers, que não passam de bombas ambulantes, até as Berserkers, que apesar de serem cegas, podem acabar facilmente com o grupo da resistência. Porém em minha opinião o modo ficou um pouco vazio, já que só existem 12 waves, e acaba sendo um pouco fácil demais, talvez a adição de um modo versos em que lutássemos contra jogadores reais pudesse aumentar a vida útil desse modo.
Versus
Simplesmente o principal modo multiplayer da série, e vem melhorando desde o primeiro game da série. Nesse terceiro título podemos notar o quanto o modo evoluiu, deixando aquela jogabilidade dura e robusta do primeiro título e tornando-se muito mais leve em relação aos movimentos dos personagens, que por sinal estão muito mais detalhados e bem elaborados, houve até a adição de personagens femininos, o que acaba sendo um ponto positivo para um jogo que era conhecido por ser um “pouco” machista.
Outro ponto interessante de comentarmos é sobre o arsenal do game, nesse terceiro título foram introduzidas (no bom sentido, é claro!) algumas armas novas, além de ter sido agregado alguns atributos em armas já utilizadas na série, um exemplo de arma primária que podemos utilizar no terceiro título da série é a “Retro Lancer”, uma arma que apresenta um maior poder de fogo em comparação à Lancer tradicional, e vem acompanhada de uma baioneta em sua ponta.
Bom, voltei a dar atenção ao Blog pessoal! E tenho certeza que dessa vez postarei com mais freqüência, tendo em vista que espero um feedback sobre o conteúdo que estarei introduzindo ( no bom sentido, é claro!) aqui no blog.
O título é auto-explicativo, portanto estarei dividindo com vocês as minhas expectativas em relação aos jogos que saíram em 2011 e também sobre os jogos anunciados para o próximo ano. Antes de começar a lista quero deixar bem claro que não irei postar em ordem, será uma lista aleatória focada em jogos que eu considero importantes.
Silent Hill: Downpour
Sabe quando você acompanha uma série desde o seu início? Então, esse é o meu caso, desde o PSone eu sigo a jornada feita por nossos personagens em buscas de respostas na cidade fantasma de Silent Hill. Eu zerei todos os jogos da série, inclusive o último que foi um remake do primeiro. E o que me leva a crer que esse jogo resgatará o que a série realmente foi no inicio? Bom, é Silent Hill...
Batman: Arkham City
Considerado por muitos (onde eu me incluo) o melhor jogo relacionado à super-heróis já criado, Batman arkham Asylum fez com que eu me aprofundasse ainda mais na história por traz do cavaleiro das trevas, e a imersão que esse jogo me proporcionou foi imensa. Portanto, devido ao que está sendo prometido em relação a sua sequência, Batman AC entra na minha lista com muito fervor.
Zelda: Skyward Sword
Para quem acha que o Wii está acabado, eu lhes digo: “realmente, zelda provavelmente será o último lançamento de peso para o console de mesa da Nintendo”( Mario Party não conta!).Porém, Só o fato de podermos apreciar um jogo da série que foi produzido especialmente para a atual geração de consoles, já é um ponto positivo e pode-ser levado em conta para quem ainda pensa em adquirir um Wii.
Gears of war 3
Em minha opinião a melhor franquia exclusiva no mercado de jogos atuais, a diversão que a série produz vai além da incrível campanha, se estendendo para o multiplayer, onde supera a maioria dos FPS’s lançados atualmente. Jogando a beta eu percebi a enorme evolução para o seu antecessor, mostrando uma jogabilidade mais fluida e menos robusta.
Uncharted 3: Drake's deception
Já indiquei o meu exclusivo do Xbox, nada mais justo que em seguida eu fale sobre a minha expectativa em um exclusivo do PS3. Uncharted 3 se destacará por conter uma dublagem em português, algo que está em voga no mercado atualmente e serve para agregar mais interação
em sua campanha que promete seguir a linha dos jogos anteriores, nos colocando na pele do caçador de tesouros: Nathan Drake.
Lara Croft está conosco desde 1996, quando estreou em Tomb Raider: Atlantean Scion. Eu particularmente gostei muito da franquia, pois foi um dos primeiros títulos que eu joguei quando adquiri meu tão esperado PSone.
Infelizmente depois de Tomb Raider Chronicles eu não senti mais a magia de jogar com a nossa heroína, não sei se foi pelo fato de que com as novas gerações de consoles acabaram aparecendo jogos que nos davam mais imersão e Lara estaria estagnada na geração passada.
O fato é que eu até tentei jogar, mas por razões expressas outrora eu não me vi cativado por Tomb Raider Aniversary e muito menos por Tomb Raider Underworld. O último descrito até me surpreendeu no inicio, apresentando gráficos consideravelmente bonitos. Mas fui só eu me empolgar pra jogar que o jogo foi se tornando monótono, repetitivo e as texturas ficando cada vez mais mal feitas.
Tenho que admitir que nada nessa E3 me surpreendeu mais que o gameplay da nossa heroína, por mais que algum de vocês jamais tivesse jogado algum titulo da franquia, vocês tinham certeza! O que viram fora surpreendente.
A Cristal Dynamics não perdeu tempo e nos mostrou que um bom jogo é feito de escolhas, não-linearidade e de bom gosto. Pessoalmente, o que me faz desistir e acabar deixando um jogo de lado é quando o mesmo se apresenta muito linear. E isso o novo Tomb Raider está longe de ser, pois já foi divulgado em uma entrevista com Karl Stewart, gerente global de marcas da desenvolvedora, que as missões poderão ser completadas de diferentes maneiras, o que nos liberta da “opção forçada” de realizar a fase como nos foi decretada.
Graficamente Tomb Raider está de parabéns, não é todo jogo que podemos ver um fogo que queima tão forte igual ao que foi mostrado, ou a água em movimento que cria sombras nas paredes rochosas enquanto Lara passa estreitando-se em suas frestas.
Provavelmente você já ouviu falar que gráfico não é tudo, porém um jogo que consegue mesclar interatividade e possui um grafismo acima da média, deixa qualquer jogador de boca aberta e instigado para poder obter a sua peça. Podemos então esperar por vários puzzles que nos farão quebrar a cabeça, além das revolucionarias variações climáticas e o ciclo entre o dia e a noite, que influenciarão diretamente a jogabilidade. Mas como isso será feito? Ao mesmo instante que vos escrevo, seguem sorrateiramente meus pensamentos de como isso será implicado no jogo.
Só nos resta esperar por mais informações ao mesmo tempo em que torcemos para que dessa vez Tomb Raider tenha o seu merecido destaque, esse fabuloso game está com o lançamento previsto para 2012.
Sejam todos muito bem vindos, criei este blog com o intuito de mostrar a minha visão sobre os games e a sua cultura em geral. Hoje o blog pode parecer pequeno, mas quem realmente o fará crescer serão vocês!